quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Lambendo vitrine

26 de outubro. Última 3ª feira. Dia de rodízio do carro. Vou buscar a Mariana na escola de taxi pra não pagar multa. O motorista sempre deixa a gente no shopping pra esperar o Alex sair do escritório depois das 8 da noite. E só então vamos pra casa.

Seria mais um dia comum no shopping esperando o papai. Mas não. Neste dia ela estava com a “macaca”, numa agitação insuportável de tanto sono e cansaço. Literalmente irritadíssima. E assim ficou durante a uma hora e meia que permanecemos lá.

O duro é que em função deste “super” bom humor nada estava bom. Ela não queria colo. Não queria o carrinho. Não queria suco. E nem um suculento biscoito de polvilho conseguiu acalmar a moça. Ela queria mesmo é ficar no chão. E devia pensar: “Ué, tô quase andando! Carrinho pra quê mamãe? Me deixa solta, vai?”.

Pois bem. E lá foi ela pro chão. Se esfregou de barriga. De costas. Catou sujeira. E até lambeu vidro de vitrine até ser discretamente notada pelo fino vendedor da Salvatore Ferragamo. Posso?  E toda descabelada, suja e babada distribuiu vários beijos e tchaus pra quem passasse ao lado. 


E eu lá, no shopping chique, com aquela cara de mãe louca, tentando domar a minha “fera”. 



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

1a reunião de pais na escola!

E lá fomos nós. Na escolinha da Mari as reuniões acontecem individualmente com a coordenadora e os pais da criança. Isso é ótimo. O atendimento é exclusivo sobre o seu filho e você tem todo o tempo do mundo para conversar com quem realmente acompanha o dia a dia da criança.

Em geral, a Mari recebeu muitos elogios nesta 1a reunião. É uma criança maleável, bem humorada, dorme e come muito bem, brinca com os coleguinhas e já senta à mesa infantil para o almoço. Mas, é claro, com a supervisão rigorosa de um adulto para que não despenque da cadeira entre uma estripulia e outra.

No mais, a coordenadora comentou sobre a fase de desenvolvimento motor, já que ela está quase andando, e também apontou alguns comportamentos típicos da idade (1 ano), como "achar que o mundo é todo dela" e o vergonhoso "se jogar para trás quando é contrariada". Em princípio, tudo normal. Isso passa. Mas é essencial acompanhar de perto, até porque quem ama educa, certo?

Gostamos bastante do que ouvimos e, principalmente, sentimos uma segurança e uma tranquilidade enormes. Saímos de lá com a certeza de a Mari está vivendo nesta escola momentos importantes e muito felizes. Posso garantir que aquela insegurança do 1o dia de aula ficou, definitivamente, lá atrás. Graças a Deus!

Nada como uma tarde de sol na praia e um passeio ao aquário com o papai e o vovô!