domingo, 15 de agosto de 2010

Baiboleta!

Bailarina + Borboleta. Um mix muito charmoso de duas fantasias deu origem ao visual que a Mariana adotou para ir à sua primeira festa à fantasia. Foi neste último sábado, em Santos, quando a prima Carolina completou 15 anos. Nossa pequena distribuiu sorrisos e dançou que se acabou!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Mariana aos 10 meses!

“Mamã” que é bom... nada!" (até ontem, pelo menos)

Desde o dia 22 de maio, quando a Mari disse sua primeira palavrinha (que eu não gostaria de admitir, mas foi: “papá” – de papai, é claro!) estou na expectativa de quando ouvirei daquela boquinha linda e rosada o tão sonhado “mamã”.

O duro é que tá muito difíííícil disso acontecer e que antes de mim já vieram: “au-au”; “lálá” (a baleinha que toma banho todos os dias com ela) e “Teté” (jeito carinhoso de chamar a Tia Stelinha).

Nada contra a Lalá e a Teté... são muito queridas mesmo. Mas bem que podia surgir um “mamãzinha” de vez em quando. Não acham?

OBS.: Felizmente, tenho o prazer de anunciar que, antes da publicação desta “edição” (que já está pronta há alguns dias), ouvi o meu tão sonhado e esperado “mamã”. Foi agorinha à noite mesmo. Eu estava na sala e o Alex e a Mari na cozinha... O diálogo foi mais ou menos assim:

Alex: Mamãããe...
Alex: Mamãnhêêêêê...

E eu, entretida com os afazeres da casa, nada de responder.

Alex: Filha, chama a mamãe! Chama a mamãe, Mari!

E ela, fofa de tudo, chamou mesmo:

Mari: Mamã, Mamã...

Depois disso, é claro, parei tudo o que estava fazendo e fui correndo até a cozinha só pra ouvir pessoalmente ela repetir essa palavrinha que me fez sentir a pessoa mais importante do mundo. E ainda tive direito a um abraço gostoso e a um beijo molhado, daqueles bem babados que só os bebês sabem dar.

Xô obstrução nasal...

Pois é. Você deve estar se perguntando que raio de título é esse para este post. Mas tenho que confessar que é o trecho de uma musiquinha que inventamos pra Mariana quando ela tinha apenas 15 dias de vida. Diz assim:


Xô obstrução nasal
Xô dor de dente

Xô obstrução nasal
Xô dor de cólica

Vem pra cá meu bem-estar
Vem pra cá, vem pra cá

Vem pra cá meu bem-estar
Vem pra cá!

O objetivo era simples: fazer com que ela entendesse que, toda vez que ouvisse essa música, tinha chegado a hora de tomar as homeopatias. E deu super certo. Hoje em dia, é só ela ouvir a gente cantando que já tira a chupeta e abre a boquinha...

O duro é que a gente sempre paga mico quando revela pros outros esse tipo de coisa. Hoje mesmo, fui almoçar com as meninas do escritório e papo vai, papo vem entramos neste assunto. E, é lógico, todo mundo caiu na risada quando mostrei todo meu talento artístico, cantando e gesticulando com as mãos o meu tão querido “Xô obstrução nasal*”.

* Ah! Em tempo: o uso desse termo simples, simples de se pronunciar e que, claro!, cabe perfeitamente em uma canção infantil (rsrsrs) foi extraído do rótulo de um dos vidrinhos de homeopatia que ela usava... 

Dormindo no improviso

Tudo pronto pra Mari dormir: paninho e chupeta a postos e mamadeira cheinha ao lado da poltrona de amamentação. Coloquei-a no colo e vira de cá, virá de lá, vira de cá, virá de lá, vira de cá, virá de lá, até que (enfim!) ela se acomodou e começou a mamar. O problema é que foi tanta a “mexeção” no início de mamada que justo na hora do paninho entrar em cena... cadê ele? Literalmente sumiu. Olhei ao redor e nada. Tinha caído sei lá eu onde e, óbvio!, como eu estava praticamente imobilizada com ela no colo, não tive muito como procurar. Não deu outra. Sem a menor cerimônia, quando viu que o dito cujo não vinha mesmo, ela se ajeitou rapidinho, pegou a minha mão com as duas mãozinhas, esfregou na testa dela (exatamente como faz com o paninho) e depois colocou-a em cima do rosto e pronto, embarcou num sono tranquilo e gostoso. É isso aí! Nada como ser uma garota descolada!

Nããããoooo...

Acho que essa é uma das palavras que a Mariana mais escuta no momento. Engatinhando de lá pra cá, vira e mexe ela para em frente a uma gaveta ou perto de uma sacola e vai direto xeretar o que tem lá dentro. Automaticamente, eu e o Alex dizemos: Mariana, nããããoooo... Aí ela para na frente do “objeto de desejo”, olha pra gente, e mostrando que entendeu a proibição repete o nosso gesto balançando a cabeça e a mãozinha com sinal de negativo. O bom é que sabemos que é assim mesmo. A repetição faz parte. Muitas vezes, pode até ser  que demore um pouco pra assimilar, mas um dia chega lá.

“Bem-vinda à escolinha, mamãe!”

Foi exatamente isso que escutei da pediatra da Mari depois de praticamente dois meses de escolinha e inúmeras idas e vindas ao consultório e ao pronto-socorro. Desde que passou a ter mais contato com outras crianças, ela já pegou “de tudo” e só agora está ficando boazinha. Diarréia, virose, infecção na garganta, tosse, nariz entupido, sapinho... Se eu não me engano, acho que foi só. Mas, apesar de algumas noites mal dormidas, tem uma coisa que me conforta: pelo que todos dizem, é só se expondo a essa diversidade de vírus e bactérias que a criança criará cada vez mais anticorpos e ficará mais resistente. Bom, tô confiante! Tomara, né?