sexta-feira, 16 de abril de 2010

Curtinhas da Mari

Outro dia ela estava deitadinha brincando e falava até não poder mais com os bonequinhos que estavam à sua volta: um abacaxi, um pelicano e um pato maluco. De repente... ficou o maior silêncio. Chegamos bem de mansinho na sala e lá estava ela: já tinha arrancado um dos crepes da fralda, pernocas escancaradas e a mãozinha lá dentro, prontinha pra sentir e apalpar o que tanto fazia volume no bumbum e que, pelo jeito, incomodava pra caramba... Ainda bem que deu tempo de impedir que ela fizesse a festa e se lambuzasse inteira...

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Faz algumas semanas que a Mari começou a ficar sentada sozinha. E daí foi um pulo pra ela descobrir que, se estiver apoiada numa almofada ou num travesseiro, consegue, sem a ajuda das mãos, dos cotovelos ou de outra pessoa, erguer a coluninha e sentar, como se fizesse um abdominal. É uma farra. Ela senta, espera os aplausos, dá risada, se joga pra trás e começa tudo de novo. Aí já viu, né? Fica todo mundo lá babando na pequena, achando o máximo essa repetição.

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Esta semana estava saindo de casa pra trabalhar e a Mari já tinha mamado e estava arrotando no colo da vovó Teresa. Entre pegar uma coisa e outra pra conseguir sair, passei pela sala e, ao me ver, ela começou:

- Cló, Cló, Cló... (imitando o som de um cavalinho)

Gente, imaginem só esse tico de gente abrindo e fechando a boquinha, movimentando a língua pra cima e pra baixo e fazendo o som do cavalinho andando igualzinho ao que ela sempre vê a gente fazendo quando brinca com ela...

Não preciso nem dizer que fiquei pra lá de feliz. Foi uma sensação incrível ver como a minha bebezinha de apenas seis meses, que mais parece uma mocinha, tá esperta, esperta, esperta... Uma fofa!

domingo, 4 de abril de 2010

Mariana - 6 meses

Passamos por aqui só pra desejar uma Feliz Páscoa pra todos vocês. E, ó, não é porque é nossa filha não... mas ela tá a coisa mais fofa desse mundo, não tá? Um beijo bem grande, Fer e Alex.

sábado, 3 de abril de 2010

Pxiiiii, fala baixo, pô!

O apartamento que moramos dá um super eco e principalmente à noite escuta-se tudo. Qualquer barulhinho vira um barulhão e, por isso, desde que a Mari nasceu, prezamos pelo silêncio a partir do momento que ela dorme.

Não é que lá em casa não se pode fazer barulho à noite. É que chega no fim do dia já estamos tão (tão!!!!) cansados que queremos mais é que a pequena durma (sem que nada interrompa seu soninho) pra que a gente também possa descansar.

Meus pais, por sua vez, super acostumados a morar em casa, onde tudo é "longe" de tudo e o que você fala aqui não incomoda o outro que está lá, sempre acharam um exagero quando eu e o Alex fazíamos: "Pxiiiii. A Mari já tá nanando... fala baixo, pô!".

Não deu outra.

Desde que voltei a trabalhar e que eles passaram a ficar com a neta em tempo integral, o discurso mudou. Entrei em casa um dia desses e só deu tempo tempo de falar "oi gente..." e dar dois passos fazendo barulho com o salto do sapato no chão da cozinha pro meu pai soltar um sonoro "Pxiiii, fala baixo, não faz barulho que ela já tá dormindo...".

Foi engraçado... pelo menos pra mim. Até porque ele ficou sério e me olhando com aquela cara de "ó, se ela acordar te dou um peteleco na orelha, deixa ela dormir".

No fundo, no fundo, eu tinha certeza que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde...
Até porque haja energia pra ficar o dia todo com ela no maior pique!
Só não achei que eles fossem mudar de idéia tão rápido assim...