segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Catapuft!

Foi distrair alguns segundos e catapuft! A Mari rolou três degraus da escada e bateu de cabeça direto no chão. Entrei em pânico. Peguei-a no colo rápido e esperei que retomasse o fôlego e começasse a chorar. Foram longos instantes. O lábio ficou roxo e parecia até que ela tinha perdido a respiração tamanho o impacto. Mas o grito logo veio. Aí foi a minha vez de encher os olhos de lágrimas e chorar. Me senti a mãe mais relapsa e desatenta do mundo. Ligamos imediatamente pro pediatra e ele pediu pra passar Hirudoid ou Arnica e observar se teria vômito. Graças a Deus não teve. Mas não a deixamos dormir até que completasse 1 hora e meia da queda. Ficamos observando, atentos. Tudo normal. Só sei dizer que foi um susto e tanto. E agora eu bem sei que de criança a gente não pode tirar nem um minuto o olho. E não pode mesmo.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Os cachos da Mariana

Ver a Mari balançando a cabeça para dizer "não" é uma delícia. Balançam todos os cachos do cabelo junto. E eu que falei que teria uma filha com cabelos lisos, lisos...

Hoje de manhã, indo pra escola, ela (depois de muito custo) conseguiu tirar o tênis do pé. E o desafio da vez é tentar colocá-lo de volta, mas sem ajuda, é claro.

Eu: Ah! O sapato saiu do pé, filha?
Elapé, pé, pé... (praticamente miado a palavra "pé" a cada vez que se referia ao próprio pé descalço)
Eu: Filha, o papai vai te ajudar a colocar de volta.

E os cachos de um lado pro outro respondiam, junto com ela, "não" ao meu pedido.

Eu: OK! Então a mamãe te ajuda.

Ela aceitou? Lógico que não! E a cada "não" os cabelos iam e vinham assistindo de camarote, junto conosco, os primeiros gestos de independência da nossa Mariana.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A primeira escova de dentes

Com quatro grandes dentes na boca (uma fofura, por sinal!!) chegou a grande hora de começar a escovar os dentes de verdade. A escova escolhida foi a da marca MAM "First Brush", indicada para 6 meses + (R$ 10,80). As cerdas são extramacias, diz a embalagem. E a pasta de dente - bem carinha por sinal, R$ 19,90 - foi a Weleda Childrens Tooth Gel, sem flúor. Feito o investimento, agora é só cruzar os dedos e, é claro, a Mariana abrir a boca. Rs! 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Uma semana de recuperação (e muita folia!!!)

Para sarar da conjuntivite nada como passar uma semana na casa dos queridos avós Teresa e Roberto. Mesmo com olhinhos inchados e bastante secreção, a pequena está a todo vapor, fazendo a maior bagunça e curtindo cada segundo da companhia deles, da tia Stela, dos padrinhos... (todas as fotos são do Titio Tuffy, sempre presente também!!)
















  

domingo, 28 de novembro de 2010

Mamãe andarilha


Umas 2 ou 3 vezes na semana tenho ido buscar a Mariana na escola à pé. Saio do escritório e ando 30 minutos até chegar lá. De lá, andamos outros 25 minutos até o shopping mais próximo. Ela, é claro, faz todo o trajeto no carrinho, bem confortável. E eu, mesmo com as bolhas do sedentarismo no pé, tô fazendo a minha maratona feliz da vida, com a certeza de vou ganhar mais saúde, além de eliminar os quilinhos extras.  

Conjuntivite... argh!


Sim! Ela está com conjuntivite catarral. O nome é feio e o estado que ficaram os olhos da pequena também! Hoje ela amanheceu literalmente caolha e com as pálpebras bem inchadinhas. Só enxergava de um lado. Pra limpar foi uma loucura, chorou que só. Mas, graças ao colírio homeopático indicado pelo pediatra dela, a coisa está melhorando significativamente. Ufa!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Lambendo vitrine

26 de outubro. Última 3ª feira. Dia de rodízio do carro. Vou buscar a Mariana na escola de taxi pra não pagar multa. O motorista sempre deixa a gente no shopping pra esperar o Alex sair do escritório depois das 8 da noite. E só então vamos pra casa.

Seria mais um dia comum no shopping esperando o papai. Mas não. Neste dia ela estava com a “macaca”, numa agitação insuportável de tanto sono e cansaço. Literalmente irritadíssima. E assim ficou durante a uma hora e meia que permanecemos lá.

O duro é que em função deste “super” bom humor nada estava bom. Ela não queria colo. Não queria o carrinho. Não queria suco. E nem um suculento biscoito de polvilho conseguiu acalmar a moça. Ela queria mesmo é ficar no chão. E devia pensar: “Ué, tô quase andando! Carrinho pra quê mamãe? Me deixa solta, vai?”.

Pois bem. E lá foi ela pro chão. Se esfregou de barriga. De costas. Catou sujeira. E até lambeu vidro de vitrine até ser discretamente notada pelo fino vendedor da Salvatore Ferragamo. Posso?  E toda descabelada, suja e babada distribuiu vários beijos e tchaus pra quem passasse ao lado. 


E eu lá, no shopping chique, com aquela cara de mãe louca, tentando domar a minha “fera”. 



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

1a reunião de pais na escola!

E lá fomos nós. Na escolinha da Mari as reuniões acontecem individualmente com a coordenadora e os pais da criança. Isso é ótimo. O atendimento é exclusivo sobre o seu filho e você tem todo o tempo do mundo para conversar com quem realmente acompanha o dia a dia da criança.

Em geral, a Mari recebeu muitos elogios nesta 1a reunião. É uma criança maleável, bem humorada, dorme e come muito bem, brinca com os coleguinhas e já senta à mesa infantil para o almoço. Mas, é claro, com a supervisão rigorosa de um adulto para que não despenque da cadeira entre uma estripulia e outra.

No mais, a coordenadora comentou sobre a fase de desenvolvimento motor, já que ela está quase andando, e também apontou alguns comportamentos típicos da idade (1 ano), como "achar que o mundo é todo dela" e o vergonhoso "se jogar para trás quando é contrariada". Em princípio, tudo normal. Isso passa. Mas é essencial acompanhar de perto, até porque quem ama educa, certo?

Gostamos bastante do que ouvimos e, principalmente, sentimos uma segurança e uma tranquilidade enormes. Saímos de lá com a certeza de a Mari está vivendo nesta escola momentos importantes e muito felizes. Posso garantir que aquela insegurança do 1o dia de aula ficou, definitivamente, lá atrás. Graças a Deus!

Nada como uma tarde de sol na praia e um passeio ao aquário com o papai e o vovô!


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Dicionário da Mariana

Com 11 meses e 20 dias a Mari já fala várias palavrinhas e é uma delícia ver como cada dia mais ela se comunica melhor com o mundo. Aí vão algumas:

- Papa: papai
- Mama: mamãe
- Áua: água
- Pípi: chupeta
- Tetê: mamadeira
- : o próprio mesmo
- apat: sapato
- au-au: precisa explicar? rs
- muuuu - a vaca!

Ó, pode me chamar de mãe coruja mesmo.
Até porque eu tô achando isso o máximo!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

5 dedinhos, 4 espacinhos

Desde que a Mari chegou em casa vinda da maternidade, eu enxugo o meio dos dedinhos do pé dela com cotonete pra garantir que tudo fique bem sequinho. Como sempre deu certo, minha mãe deu continuidade ao hábito durante todo o tempo que cuidou da pequena após meu retorno da licença maternidade. Mas o ritual (é claro!) ganhou um toque ainda mais especial que só uma boa avó sabe dar! Hoje ele é realizado ao som de uma expressão pra lá de carinhosa que dá origem título deste texto: "5 dedinhos, 4 espacinhos". O melhor de tudo é que a nossa ajuda para secar os 8 espacinhos do pé da Mari logo logo vai ser dispensada, até porque ela já aponta e pede o cotonete, levanta os pezinhos sozinha e leva a tradicional haste flexível direto pros dedinhos. Posso? Só faltava ela já acertar direitinho os meinhos... rsrsrs 

Meu primeiro dentinho

No domingo retrasado, 29 de agosto, nasceu o primeiro dentinho da Mari. E sabe quem descobriu? O vovô Roberto logo após levar uma bela dentada no dedo, rsrsrs. Foi uma festa! Batemos palmas, demos parabéns pra ela, foi uma alegria só! E, é claro, todo mundo ficou louco pra ver o dito cujo recém-nascido, mas ninguém conseguiu. Ela fechou a boca, cerrou os lábios bem forte e ficamos a ver navios... Mas será por pouco tempo. Esta semana fomos em uma pediatra nova que disse que o novo dentinho já já vai aparecer mais e que, muito provavelmente, logo logo vem outro dentinho por aí. Então, os curiosos que aguardem!

domingo, 15 de agosto de 2010

Baiboleta!

Bailarina + Borboleta. Um mix muito charmoso de duas fantasias deu origem ao visual que a Mariana adotou para ir à sua primeira festa à fantasia. Foi neste último sábado, em Santos, quando a prima Carolina completou 15 anos. Nossa pequena distribuiu sorrisos e dançou que se acabou!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Mariana aos 10 meses!

“Mamã” que é bom... nada!" (até ontem, pelo menos)

Desde o dia 22 de maio, quando a Mari disse sua primeira palavrinha (que eu não gostaria de admitir, mas foi: “papá” – de papai, é claro!) estou na expectativa de quando ouvirei daquela boquinha linda e rosada o tão sonhado “mamã”.

O duro é que tá muito difíííícil disso acontecer e que antes de mim já vieram: “au-au”; “lálá” (a baleinha que toma banho todos os dias com ela) e “Teté” (jeito carinhoso de chamar a Tia Stelinha).

Nada contra a Lalá e a Teté... são muito queridas mesmo. Mas bem que podia surgir um “mamãzinha” de vez em quando. Não acham?

OBS.: Felizmente, tenho o prazer de anunciar que, antes da publicação desta “edição” (que já está pronta há alguns dias), ouvi o meu tão sonhado e esperado “mamã”. Foi agorinha à noite mesmo. Eu estava na sala e o Alex e a Mari na cozinha... O diálogo foi mais ou menos assim:

Alex: Mamãããe...
Alex: Mamãnhêêêêê...

E eu, entretida com os afazeres da casa, nada de responder.

Alex: Filha, chama a mamãe! Chama a mamãe, Mari!

E ela, fofa de tudo, chamou mesmo:

Mari: Mamã, Mamã...

Depois disso, é claro, parei tudo o que estava fazendo e fui correndo até a cozinha só pra ouvir pessoalmente ela repetir essa palavrinha que me fez sentir a pessoa mais importante do mundo. E ainda tive direito a um abraço gostoso e a um beijo molhado, daqueles bem babados que só os bebês sabem dar.

Xô obstrução nasal...

Pois é. Você deve estar se perguntando que raio de título é esse para este post. Mas tenho que confessar que é o trecho de uma musiquinha que inventamos pra Mariana quando ela tinha apenas 15 dias de vida. Diz assim:


Xô obstrução nasal
Xô dor de dente

Xô obstrução nasal
Xô dor de cólica

Vem pra cá meu bem-estar
Vem pra cá, vem pra cá

Vem pra cá meu bem-estar
Vem pra cá!

O objetivo era simples: fazer com que ela entendesse que, toda vez que ouvisse essa música, tinha chegado a hora de tomar as homeopatias. E deu super certo. Hoje em dia, é só ela ouvir a gente cantando que já tira a chupeta e abre a boquinha...

O duro é que a gente sempre paga mico quando revela pros outros esse tipo de coisa. Hoje mesmo, fui almoçar com as meninas do escritório e papo vai, papo vem entramos neste assunto. E, é lógico, todo mundo caiu na risada quando mostrei todo meu talento artístico, cantando e gesticulando com as mãos o meu tão querido “Xô obstrução nasal*”.

* Ah! Em tempo: o uso desse termo simples, simples de se pronunciar e que, claro!, cabe perfeitamente em uma canção infantil (rsrsrs) foi extraído do rótulo de um dos vidrinhos de homeopatia que ela usava... 

Dormindo no improviso

Tudo pronto pra Mari dormir: paninho e chupeta a postos e mamadeira cheinha ao lado da poltrona de amamentação. Coloquei-a no colo e vira de cá, virá de lá, vira de cá, virá de lá, vira de cá, virá de lá, até que (enfim!) ela se acomodou e começou a mamar. O problema é que foi tanta a “mexeção” no início de mamada que justo na hora do paninho entrar em cena... cadê ele? Literalmente sumiu. Olhei ao redor e nada. Tinha caído sei lá eu onde e, óbvio!, como eu estava praticamente imobilizada com ela no colo, não tive muito como procurar. Não deu outra. Sem a menor cerimônia, quando viu que o dito cujo não vinha mesmo, ela se ajeitou rapidinho, pegou a minha mão com as duas mãozinhas, esfregou na testa dela (exatamente como faz com o paninho) e depois colocou-a em cima do rosto e pronto, embarcou num sono tranquilo e gostoso. É isso aí! Nada como ser uma garota descolada!

Nããããoooo...

Acho que essa é uma das palavras que a Mariana mais escuta no momento. Engatinhando de lá pra cá, vira e mexe ela para em frente a uma gaveta ou perto de uma sacola e vai direto xeretar o que tem lá dentro. Automaticamente, eu e o Alex dizemos: Mariana, nããããoooo... Aí ela para na frente do “objeto de desejo”, olha pra gente, e mostrando que entendeu a proibição repete o nosso gesto balançando a cabeça e a mãozinha com sinal de negativo. O bom é que sabemos que é assim mesmo. A repetição faz parte. Muitas vezes, pode até ser  que demore um pouco pra assimilar, mas um dia chega lá.

“Bem-vinda à escolinha, mamãe!”

Foi exatamente isso que escutei da pediatra da Mari depois de praticamente dois meses de escolinha e inúmeras idas e vindas ao consultório e ao pronto-socorro. Desde que passou a ter mais contato com outras crianças, ela já pegou “de tudo” e só agora está ficando boazinha. Diarréia, virose, infecção na garganta, tosse, nariz entupido, sapinho... Se eu não me engano, acho que foi só. Mas, apesar de algumas noites mal dormidas, tem uma coisa que me conforta: pelo que todos dizem, é só se expondo a essa diversidade de vírus e bactérias que a criança criará cada vez mais anticorpos e ficará mais resistente. Bom, tô confiante! Tomara, né?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

A grande conquista dos 9 meses!

Ontem a Mariana começou ontem a engatinhar pela casa. Uma graça! E hoje quando o Alex foi buscá-la na escola perguntou para a coordenadora se eles já haviam notado a novidade e ela disse:

- Se eu notei? É claro! Inclusive, quando percebemos lá estava ela saindo da sala de "aula" onde fica e indo até a outra porta para ver os amiguinhos da turma ao lado!

Essa é a nossa pequena começando a descobrir o mundo com as próprias pernas...

terça-feira, 29 de junho de 2010

Na torcida pelo Brasil

Sou mãe coruja mesmo e acho a minha torcedora a mais bonita do Brasil!! Na sexta passada, poucas horas antes do início do jogo Brasil e Portugal na Copa do Mundo de 2010, mesmo com um febrão de 38,5, a Mariana torcia firme e forte pela nossa seleção. E com toda de pompa de goleira, não acham? Rsrsrs. 


Mariana na escola – “A alimentação”

Que sopinha que nada!

A Mariana, desde que foi pra escola, deu uma super diversificada no cardápio. Agora ela já come arroz integral, feijão, macarrão, peixinho, grão de bico e por aí vai... E fora o que só descobrimos quando temos a grande oportunidade de trocar uma boa e pesada fralda de cocô no fim do dia:

- Alex, o que é isso?
- Sei lá.
- Nossa! São uns pontinhos pretos e durinhos, que estranho... o que será que ela comeu hoje?

E toco eu a cutucar o tal pontinho preto e durinho dentro do bolo de coco com um cotonete...
Minutos depois...

- Acho que é alguma semente...
- Semente?
- Sim, como é o nome dessa semente aqui? (a esta altura eu já estava com uma das semetinhas na mão tentando descobrir o que era...)
- Humm, não lembro...

E só fomos lembrar que se tratava da semente de linhaça dias depois circulando por um supermercado e olhando a prateleira dos grãos.

Mariana na escola – "O ratinho Tico”

Dia desses o Alex foi buscá-la na escola e a coordenadora pedagógica comentou:

- “Olha! Estamos ensinando pra turminha da Mariana a história do ratinho Tico, que sai do campo e vai para a cidade em busca de um primo”.

E ela complementou: Ah! E ensinamos também o som que o ratinho faz: qui, qui, qui, qui”.

E ficamos imaginando ela, toda catatau, no meio dos coleguinhas, ouvindo a história, prestando a maior atenção na professora...

Naquele dia, assim que chegamos em casa, não resistimos e perguntamos pra ela:

- “Filha, como é que faz o ratinho Tico?”

E no mesmo instante ela abriu o maior sorriso e, junto com a gente, repetiu:

- “qui, qui, qui, qui”.

Mariana “na saída da escola”

O Alex vai todo fim de tarde buscá-la na escola e, por ordem de chegada, a coordenadora que fica na porta vai chamando criança por criança pelo microfone. Chegada a vez dele, a tia "canta":

- “Mariaaana”

Aí lá do fundo do pátio vem a Mariana no colo de uma das professoras e, como se não bastasse a alegria do pai em vê-la, a pequena ainda grita “êêêêêêê”, batendo um monte de palminhas em comemoração à chegada do papai. Tem coisa melhor que isso?

BabyDica número 02

Se esta rua, se esta rua fosse minha...
Eu mandava, eu mandava ladrilhar...
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante...
Só pra ver... MARIANA passar...


 É uma graça! Tem uma produtora musical lá de Minas Gerais que grava CDs personalizados para crianças. A Mari ganhou um de presente esses dias e nós adoramos.

Vem com 18 músicas infantis nas quais o nome da criança é cantado 32 vezes como parte das letras. Tem duração de 28 minutos, o que é ótimo já que os pequenos literalmente cansam rápido de qualquer atividade.

Segundo informações que constam no site da produtora, a personalização faz com que a criança seja realmente “convidada” a entrar em um imaginário lúdico por meio de canções, versos e histórias que marcam o período da infância.

Vale a pena conhecer o trabalho deles! É uma opção de bem bacana de presente e com preço super acessível. O CD custa R$ 35,00 e é feito apenas sob encomenda. Pode ser adquirido no site www.oficinagravando.com ou pelo telefone (31)3390-0066.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Primeiro dia de "aula"

Faz tempo que não escrevo aqui e já tenho anotada uma lista de coisas que gostaria de contar sobre a Mariana... mas ficará pra outro dia.

Hoje a novidade é que ela começa na escola. É o seu primeiro dia de "aula". Acabamos de deixá-la, com o coração apertado, mas certos de que é uma decisão bem tomada.

Lá, ela fará amiguinhos, aprenderá contos de fadas, entre outras mil coisas que mais pra frente vou contar. E com certeza voltará para casa todos os dias cheia de novidades, tagarelando, tagarelando, tagarelando...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ficou fofa demais!

Coqueirinho, maria chiquinha, chuca, chuquinha, chafariz... bom, seja como for, o que importa é que ela ficou fofa demais com a franja presa! Já dá até pra estrear no cabelereiro, não acham?

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ela lê as ofertas do dia e ainda manda email...

 "Bom, mamãe e papai! Eu também leio notícias no café! Beijos meus e dos padrinhos".

(Mensagem enviada pela Mariana em 7 de maio de 2010, às 08:19, com a ajuda do padrinho Alê)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

AJUDA

Gente, reforço o pedido de uma grande amiga para pedir ajuda a uma mamãe da blogosfera:

"A Aline, mamãe do Theo, está muito precisando de uma ajuda para o seu baby, que nasceu com síndrome da baixa absorção. Por mais que ele mame, o organismo não absorve os nutrientes e ele não ganha peso.
Agora o Theo terá que ser internado, tem vomitando muito e está com alto grau de desnutrição. Tudo indica que não se adaptou ao leite Pregomin e vai precisar tomar o Neocate, que custa 500 reais a lata de 400g e dura 4 dias".

Então, quem tiver disponibilidade e puder ajudar com recursos financeiros, a conta é:
Bradesco ag 1200 cc 0027462-3 Leonardo Salomao Simoes (o papai do Theo).

Informações: http://vivoesinto.blogspot.com/2010/05/urgente.html

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ser Avós

Quando éramos crianças, ou mesmo jovens, imaginávamos que certas situações demorariam muito para acontecer em nossas vidas. Ou até que jamais aconteceriam, quem sabe.

Casar, ter filhos, ser avô e avó. Tudo parecia tão distante... E a velhice, então? Será mesmo que um dia ela chegaria com suas complicações e limitações normais?

A vida, como todos sabem, tem seu curso e independente da nossa vontade as coisas vão acontecendo, dia após dia.

Temos certa possibilidade de domar o destino, por meio do livre arbítrio, deslocando o curso da existência um pouco mais para lá ou um pouco mais para cá, mas a vida tem energia própria e, tal qual a força da natureza, nos leva à frente.

E às vezes olhamos para trás e nos surpreendemos com a velocidade dos acontecimentos: ainda ontem, éramos jovens cheios de sonhos, descobrindo o verdadeiro amor como namorados. Hoje, bem casados há mais de trinta e cinco anos, temos duas filhas criadas e formadas. E nós continuamos aqui, firmes e fortes, dispostos como nunca, com as imagens das nossas casas da infância, dos nossos pais, da nossa escola primária, da nossa primeira viagem juntos tão vivas e reais como antes. Isso nos faz crer que, pelo menos por enquanto, a tal da velhice passa longe.

Em meio a esses delírios de imortalidade e de longevidade, recebemos uma notícia fantástica, dessas que levam qualquer um a nocaute:

Vamos ser avós!

E sabe o que isso significa? A continuidade da existência, uma nova experiência, um grande desafio... Mas seja o que for, a verdade é que foi impactante demais receber essa incrível notícia. Uma alegria enorme invadiu nossos corações, até porque logo mais haveria uma nova criança nesse mundo e o melhor de tudo: seria da nossa família!

Não sabíamos se seria um menino ou uma menina. Tínhamos apenas um par de sapatinhos de lã branca em nossas mãos. Nossa filha Fernanda estava grávida e estávamos tão felizes que toda a nossa felicidade, se traduzida em palavras, não caberia neste espaço.

Passamos a sonhar então com o dia em que esse pequeno ou pequena estaria conosco, em nossos colos, a engatinhar pelo chão, em peripécias infantis.

Dizem que ser avô e avó é ser pai e mãe com açúcar. Que sejamos então os mais adocicados do mundo. Iremos passear pelas ruas, orgulhosos empurrando o carrinho. Deixaremos que ele ou ela puxe nossos cabelos, suba em nossas costas, exija atenção e presentes. Vamos ler histórias, planejar viagens, curtir descobertas e tentar mostrar-lhe o mundo e as coisas como são.

E para conseguir tudo isso tínhamos só um pedidinho a fazer para DEUS: que Ele nos concedesse, a partir daquele momento, ainda muito mais saúde e lucidez.

Tínhamos a certeza de que nosso neto ou nossa neta seria sempre muito especial, independente da cor dos seus cabelos ou olhos, das suas características, das suas preferências. Seria amado e bem-vindo a esse mundo e poderia contar conosco para ajudá-lo a trilhar os seus caminhos pelas estradas da vida.

Enfim, avós!
E, por favor, respondam:
Há coisa mais maravilhosa nessa vida?

Bem, após absorver essa maravilhosa notícia, passamos a cronometrar o tempo, minuto a minuto, com planejamentos mil sobre o que fazer e como fazer. E somente após três meses de expectativa veio a tão esperada notícia. Era uma menina e já tinha até nome definido: Mariana.

A partir daquele momento, tínhamos que caminhar rápido senão o tempo certamente nos atropelaria.

A vovó Teresa, como sempre, muito bem organizada, já na semana seguinte à descoberta do sexo do bebê, já circulava com uma listinha de atividades na mão, me intimando:

- Vamos, vamos.

E lá íamos nós... presentes, roupinhas e mimos para Mariana, nossa neta querida. E, ah! É lógico que pra mamãe Fernanda também. Muuuitas roupas... Também pudera! Que barrigão!

Mari, querida:

Durante toda a gestação, acompanhamos diariamente o seu desenvolvimento. A cada ultrassonografia, a cada peça comprada para o seu enxoval, a cada foto tirada pra registrar o seu crescimento na barriga, vibrávamos de alegria, sonhando com o dia da sua chegada.

E finalmente chegou!
Em 26 de setembro de 2009, às 20h37min, você nasceu:

MARIANA ELIAS BROGGIATO COELHO:
linda e perfeita, graças a Deus!

E sabe quem em primeiro lugar a reconheceu no berçário do hospital? A titia Isabella e o titio Alexandre, hoje seus padrinhos. Foi um alvoroço só.

Você era a carinha da mamãe e dias depois ficou a carinha do papai.
Hoje, é uma mistura linda dos dois.

Os dias foram passando e seus pais, muito bem “treinados” durante a gestação, se achavam “papai e mamãe sabe tudo”. Mas, na vida real, não foi bem assim...

Percebíamos que com você nos braços, a situação era bem diferente. Era uma descoberta a cada minuto. Você sinalizava suas necessidades e seus pais corriam para atendê-la, prontamente.

Sabe Mariana, de longe, eu e a vovó nos entreolhávamos e sorríamos. E seus pais, cheios de preocupações com você, fizeram-nos voltar no tempo.

E voltamos mais de 30 anos atrás, com o privilégio de vivenciar novamente situações e sensações idênticas. Lembramos de sua mãe e de sua madrinha recém-nascidas em nossos braços e as preocupações eram exatamente as mesmas...

Mas como o relógio do tempo não para, os dias passaram rápido e você foi crescendo. Dois meses e vinte e oito dias após seu nascimento, em 22 de dezembro de 2009, viajei para São Paulo e fui buscar você e a mamãe para sua primeira viagem a Santos, onde festejamos nosso primeiro Natal juntos.

Lembro-me bem. A nossa viagem começou às 6h30min, com você ainda dormindo. E foi só alegria... só faltou colocar um tapete vermelho para recebê-la.

Hoje, você está com sete meses é um bebê saudável, lindo, sensível e perceptivo a tudo que acontece à sua volta. Você é calma, sorridente e já nos reconhece muito bem.

A cada dia, percebemos sua crescente sociabilidade. Você brinca muito e dá simpáticas gargalhadas... Canta maravilhosamente e dorme mansamente como um anjo de verdade.

Dizem alguns espiritualistas e psicólogos que as crianças amam ou rejeitam pessoas porque as enxergam por dentro... Então, você sabe que a gente te ama. Sabemos que somos muito privilegiados e temos a certeza de que é recíproco de sua parte.

Bem, nosso amor é tanto que o pensamento vai longe: imaginamos você com um aninho, você a caminho da primeira escola e por aí vai. Imaginamos até o momento em que você será alfabetizada pela vovó Teresa. E olha que quase todas as crianças da família Elias passaram pelo crivo dessa vovó, hein?

Mariana, quando você folhear os álbuns de fotos das famílias Broggiato e Elias, com certeza vai entender o porquê pensamos que a velhice jamais chegaria. Nos curtimos muito, nos amamos muito, sempre!

Talvez nesta época você já tenha irmãozinhos e priminhos, que sejam quantos forem, serão bem-vindos e amados e terão todos a mesma atenção e carinho que você está recebendo da nossa parte.

Queremos que saiba que sempre estaremos na sua retaguarda, até porque somos avós apaixonados, simples, interessados, normalmente preocupados e, acima de tudo, agradecidos a DEUS por ter colocado você em nossas vidas!

Você é uma filha de DEUS perfeita e será sempre sim, abençoada!
Beijos mil!!!!! Com muito carinho dos seus avós, Roberto e Teresa

Abril de 2010

Obs.: Parte desse texto foi inspirado no artigo “Avô”, publicado recentemente no Jornal A Tribuna de Santos e assinado por Alcindo Gonçalves. E a outra parte saiu do fundo do coração de seus avós maternos...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Curtinhas da Mari

Outro dia ela estava deitadinha brincando e falava até não poder mais com os bonequinhos que estavam à sua volta: um abacaxi, um pelicano e um pato maluco. De repente... ficou o maior silêncio. Chegamos bem de mansinho na sala e lá estava ela: já tinha arrancado um dos crepes da fralda, pernocas escancaradas e a mãozinha lá dentro, prontinha pra sentir e apalpar o que tanto fazia volume no bumbum e que, pelo jeito, incomodava pra caramba... Ainda bem que deu tempo de impedir que ela fizesse a festa e se lambuzasse inteira...

****

Faz algumas semanas que a Mari começou a ficar sentada sozinha. E daí foi um pulo pra ela descobrir que, se estiver apoiada numa almofada ou num travesseiro, consegue, sem a ajuda das mãos, dos cotovelos ou de outra pessoa, erguer a coluninha e sentar, como se fizesse um abdominal. É uma farra. Ela senta, espera os aplausos, dá risada, se joga pra trás e começa tudo de novo. Aí já viu, né? Fica todo mundo lá babando na pequena, achando o máximo essa repetição.

****

Esta semana estava saindo de casa pra trabalhar e a Mari já tinha mamado e estava arrotando no colo da vovó Teresa. Entre pegar uma coisa e outra pra conseguir sair, passei pela sala e, ao me ver, ela começou:

- Cló, Cló, Cló... (imitando o som de um cavalinho)

Gente, imaginem só esse tico de gente abrindo e fechando a boquinha, movimentando a língua pra cima e pra baixo e fazendo o som do cavalinho andando igualzinho ao que ela sempre vê a gente fazendo quando brinca com ela...

Não preciso nem dizer que fiquei pra lá de feliz. Foi uma sensação incrível ver como a minha bebezinha de apenas seis meses, que mais parece uma mocinha, tá esperta, esperta, esperta... Uma fofa!

domingo, 4 de abril de 2010

Mariana - 6 meses

Passamos por aqui só pra desejar uma Feliz Páscoa pra todos vocês. E, ó, não é porque é nossa filha não... mas ela tá a coisa mais fofa desse mundo, não tá? Um beijo bem grande, Fer e Alex.

sábado, 3 de abril de 2010

Pxiiiii, fala baixo, pô!

O apartamento que moramos dá um super eco e principalmente à noite escuta-se tudo. Qualquer barulhinho vira um barulhão e, por isso, desde que a Mari nasceu, prezamos pelo silêncio a partir do momento que ela dorme.

Não é que lá em casa não se pode fazer barulho à noite. É que chega no fim do dia já estamos tão (tão!!!!) cansados que queremos mais é que a pequena durma (sem que nada interrompa seu soninho) pra que a gente também possa descansar.

Meus pais, por sua vez, super acostumados a morar em casa, onde tudo é "longe" de tudo e o que você fala aqui não incomoda o outro que está lá, sempre acharam um exagero quando eu e o Alex fazíamos: "Pxiiiii. A Mari já tá nanando... fala baixo, pô!".

Não deu outra.

Desde que voltei a trabalhar e que eles passaram a ficar com a neta em tempo integral, o discurso mudou. Entrei em casa um dia desses e só deu tempo tempo de falar "oi gente..." e dar dois passos fazendo barulho com o salto do sapato no chão da cozinha pro meu pai soltar um sonoro "Pxiiii, fala baixo, não faz barulho que ela já tá dormindo...".

Foi engraçado... pelo menos pra mim. Até porque ele ficou sério e me olhando com aquela cara de "ó, se ela acordar te dou um peteleco na orelha, deixa ela dormir".

No fundo, no fundo, eu tinha certeza que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde...
Até porque haja energia pra ficar o dia todo com ela no maior pique!
Só não achei que eles fossem mudar de idéia tão rápido assim...

quarta-feira, 10 de março de 2010

A Retomada

Volto a trabalhar nesta quinta após cinco meses e 12 dias dedicados exclusivamente ao meu mais novo papel: ser mãe da Mariana.

Quero muito voltar ao trabalho e estou ansiosa para rever amigos, colocar o papo em dia, contar a eles tudo sobre a pequena, mostrar fotos, enfim.

Mas tenho que confessar que mesmo sabendo que isso vai ser muito bom meu coração está apertadinho, apertadinho. Não está triste. De forma alguma. Está apertadinho mesmo! Entende?

Também! Pudera! Vivi nove meses de gravidez e outros quase seis de licença maternidade grudadinha nela. Nada menos que 24 horas por dia aprendendo a ser mãe, observando, cuidando, entendendo como se faz cada coisinha e fazendo o melhor possível, sempre.

Inegavelmente, a maternidade, principalmente neste comecinho, é uma doação! A meu ver, é uma das maiores doações que alguém pode fazer por outro alguém. Você literalmente se doa para ver seu filho bem, saudável e feliz. E mesmo cansada, esmilinguida e descabelada você está lá, firme, feliz da vida e rindo à toa com qualquer suspiro que ele dê.


Mas eis que o calendário anda muito mais depressa do que gostaríamos e lá se vão os meses de licença maternidade. E por mais que os outros tentem nos acalmar nessa retomada, só mesmo o tempo para nos ajudar a administrar tantos sentimentos!”. 
Por Cecília Russo Troiano, psicóloga

No início desta semana, no Dia da Mulher, recebi uma mensagem de primos muito queridos que me fez pensar e ter vontade de escrever sobre tudo isso. Dizia assim:


Querida Fê: Parabéns pelo Dia da Mulher! Parabéns por ser a mulher que é e agora em seu mais novo papel, lindamente desempenhado com a maravilhosa Mari. Bom retorno ao trabalho! Força, coragem e fé em Deus! Tudo dará certo! Conte sempre conosco!

Obrigada queridos! E é isso mesmo. Volto ao trabalho com força, coragem e fé em Deus, certa de que tudo ficará bem. E muito bem principalmente pra Mari que ficará sob os cuidados da vovó Teresa e do vovô Roberto. Tem coisa melhor do que isso?

A Mari, definitivamente, transformou a minha vida, a vida do Alex e da nossa família em algo muito melhor e mais completo. Ela nos transformou em pais, minhas irmãs em tias e meus tios em tios-avós dos mais babões.

Transformou meus queridos pais em avós e daqueles que qualquer criança deseja ter. Daqueles que fazem de tudo, incondicionalmente, para vê-la feliz e sentem-se recompensados apenas com um sorriso, principalmente se for o dela, todinho banguela.

É isso aí. Estou de volta e pronta para retomar meu dia-a-dia. E agora como mãe, profissional, dona de casa e tudo mais o que uma mulher pode ser.

  
“Se os filhos encontram os pais de que precisam, os pais recebem da vida os filhos que procuram” (André Luiz)