Lá fomos nós para Santos passar Natal e Ano Novo. E apesar de bem pertinho de São Paulo, nossa ida à praia foi, literalmente, uma grande viagem.
Nós três (eu, a Mari e o Alex) tivemos que ir em dois carros. Sim! Dois carros. Isso mesmo! Foi uma mudança. Levamos T-U-D-O da Mariana. Toalhas de banho, fraldas, chupetas, termômetros, móbile, babá eletrônica, maletinha de homeopatias e remédios, cadeirinha de balanço, esterilizador, brinquedinhos, inalador, moisés, bebê conforto, carrinho, além de todas as roupinhas P e sapatinhos 14. Até porque se não levássemos tudo desses dois últimos itens era bem capaz de não servirem mais no nosso retorno...
Apesar da mudança, foi tudo incrível. A vovó Teresa e o vovô Roberto (que veio nos buscar para ajudar a levar as tralhas) estavam ansiosos pela chegada da Mariana. Compraram berço, banheirinha, fralda descartável, algodão, pomada, cotonete e até trocaram o carpete da casa por um novinho em folha. Uns fofos! Enfim, ficamos super bem instalados.
O que pegou mesmo na viagem foi o calor. Que calorão! Quase 40 graus. A Mari é que não gostou nada nada dessa parte. Ficou praticamente o tempo todo no ar condicionado. Foram raros os passeios na rua e as idas ao quintal de casa que não deixaram as bochechas da minha pequenina vermelhas de calor. E eu que desci a serra crente que ia dar uma voltinha com ela na praia...
Lá em Santos recebemos visitas praticamente todos os dias. Vários amigos foram lá conhecer a Mari e muita gente querida da família também. Adoramos receber o carinho de todos. Muito obrigada!
Outro encontro pra lá de esperado, pelo menos por mim e pelo Alex, foi o da Mari com a Vida Maria, nossa cachorra salsichinha. A Vivi é praticamente nossa “primogênita” e tínhamos a certeza de que ela ficaria com ciúmes da Mari. Pensamos de tudo. Só não imaginamos que ela ignoraria totalmente a presença dela. E foi exatamente isso o que aconteceu.
Assim que a Mari entrou na casa, fiz a tão sonhada apresentação das duas:
- Vida, essa é a sua irmãzinha Mariana.
- Mariana, essa é a sua irmãzinha de pelo, a Vida.
Não deu outra. Suuuper simpática, a Vivi deu duas cheiradinhas no pezinho da Mari, virou a cara e saiu rebolando seu bumbunzinho empinado, jeitinho típico dos Cofap. Posso?
E não pensem que essa relação - que a meu ver deveria ser fraternal desde o início - melhorou ao longo dos dias. Ela continuou ignorando a Mari e a Mari nem tchum pra existência dela... pelo menos ainda! Só quero ver quando a Mari descobrir que os au-aus existem... a Vida que se cuide.
Gente, feliz 2010 pra todo mundo. Tenho certeza que este ano vai ser muito, muito especial. Um beijo bem grande e saudade de todos vocês!


